domingo, 3 de agosto de 2008

atualizando

Boas. Desculpem pela longa ausência mas sabe como é, estou de férias... Minha única preocupação agora é viajar pelo Japão. Cheguei de Nagoya ontem, fizemos um churrasco perto da casa do Renat, de noite, foi bastante legal. Amanhã eu estou indo pra Hiroshima, quarta é "aniversário" da bomba atômica e eu quero tá lá pra ver. O problema foi que eu não consegui nenhum hotel em Hiroshima, então vou ter de passar a noite em algum internet café ou na estação de trem, não sei bem ainda. Mas vai ser legal. Volto na quarta feira, devo chegar aqui de noite, e na sexta tem um mega festival aqui em Otsu mesmo, vem gente do Japão todo pra cá, queima de fogos, aquela coisa toda.
Então na próxima semana, terça feira, eu vou com minha professora de japonês e mais uma galera pra Kyusho, é uma das ilhas do Japão, vamos ver um vulcão lá, ou algo assim, eu ainda não consegui entender direito qual é a atração lá.
O calor aqui continua grande, mas estou sobrevivendo.
Bem, vou indo, em breve coloco aqui as fotos de Hiroshima, beijos,

David

sábado, 26 de julho de 2008

O mar


Boas. Segunda feira foi feriado por aqui. Aliás o Japão tem muito mais feriados do que eu pensava. Mas eu sempre odiei esses feriados que caem em um final de semana ou quando você já está de férias. Feriado durante as férias é inútil, porque o feriado perde toda a razão de ser. Você pode argumentar que eu estou de férias mas outras milhares de pessoas no Japão não. É verdade. Mas eu estou preocupado com o meu feriado, não com o delas! Mas o motivo do feriado é interessante: Umi no Hi, ou traduzindo, dia do mar. Essa dada foi escolhida porque em 20 de Julho de 1876 o imperador Meiji regressou bem de Hokkaido, a ilha mais ao norte do Japão, aquela mesma em que o Lula esteve recentemente para o encontro dos poderosos do mundo.
A escolha da data aliás ilustra bem a reverência que os japas têm em relação ao mar e ao imperador. Aqui não se faz piada com nada relacionado ao imperador. Ele é sagrado. Eu sei disso mas não pude me conter em fazer um trocadilho infame na aula de japonês com o nome do príncipe. O príncipe que esteve no Brasil agora se chama Naruhito. Em japonês uma pessoa má é uaruihito. Bem, de brincadeirinha ao invés de Naruhito eu falei uaruihito, ninguém achou graça...
E o mar também é muito importante pra essa nação que é uma ilha... Eu nunca soube que se pode comer tanto tipo de algas marinhas por exemplo, todas sem gosto, diga-se de passagem. Eu nunca imaginei que se pudesse comer o peixe de tantas formas, seco, desidratado, fresco, semi-fresco, cru, cozido, frito, etc... Por isso coloquei essa ilustração do mar aí em cima. Essa figura é bem famosa aqui no Japão, pode ser vista em todos os cantos. Foi pintada por um sujeito chamado Kokusai, 54 anos antes do imperador Meiji voltar bem de sua viagem a Hokaido. O mas interessante é que essa ilustração não é sobre a onda, ou o mar, mas sobre o monte fuji, que se pode ver lá ao longe, e que por aqui também é sagrado, mas isso já é uma outra história...

PS: Ontem vi um dado interessante aqui. 32 pessoas morrem por ano no Japão vítimas de armas de fogo. Você quer saber quantas são no Brasil? Tem certeza? Bem, as estatísticas variam, algo entre 35 e 40 mil...


Respondendo:

Larissa: POde deixar que pra ter medo eu aprendo rápido!

Tay: Ar da graça em breve, Abril de 2009. Beijos!

Thatis: Hã? QUe filme é esse?? Bem, mas em relação a sua pergunta, conquistou sim, muralhas não eram o sufuciente para deter o Grande Gengis!!! Como assim, você não recebeu meu email????

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Quando as portas não giram


Boas. Eu, como qualquer outro ser humano, tenho várias características. Uma delas é que sou um pouco preguçoso, e odeio bancos. Não gosto mesmo. E olha que eu já trabalhei por um ano no Banco do Brasil, como diriam os mais antigos, concursado e tudo. Tinha uma brilhante carreira pela frente mas desisti ainda no primeiro degrau, escriturário. Nunca me arrependi dessa decisão.
Mas bem, eis que o fato de ser preguiçoso e não gostar de bancos me levou a uma medida extrema: sacar o equivalente a 5 meses de aluguel e pagar 5 meses de uma vez, poupando-me assim o trabalho de ir cinco vezes ao banco. Ao invés de cinco fui uma, ou seja, saldo de quatro. Ontem eu saquei a grana e coloquei na minha carteira, e só hoje a noite que eu me dei conta de um fato inusitado, eu estou desaprendendo a ter medo, o que pode ser muito perigoso quando eu retornar ao Brasil. Eu fiquei andando por aí com mais ou menos 2.000 dólares na carteira e não tomei nenhuma precaução. Mas hoje eu precisava ir ao banco...
Bem, o primeiro problema era que porque eram cinco meses eu não podia fazer o pagamento no caixa eletrônico, tinha de ir ao balcão e explicar... Explicar que eu tinha estado no banco no dia anterior(Mas de passagem, de carona com o meu sempai, então não conta como ida ao banco saca?) e tinham me dado um papel pra preencher, e que agora eu estava voltando com o papel e queria pagar cinco meses de aluguel. Enquanto pedalava até o Shiga Guinco, ou Banco de Shiga, eu tentava me lembrar como se falava "dinheiro do aluguel" em japonês. Eu me lembrava de que havia uma palavra só para designar o dinheiro do aluguel, e que essa palavra se parecia com uma outra em português.... qual era mesmo... espirro... eh, alguma coisa com espirro... e fui pensando, pensando, até que a bendida palavra veio a cabeça, era yaxin.(que me lembra atchin, que me lembra espirro!)
Quando entrei no banco, o ar condicionado já me deixou alegre. Peguei a senha, esperei sentado uns dois minutos e me chamaram. Falando bem pausadamente, consegui explicar em japonês que queria pagar cinco meses de aluguel, que ali estava o papel preenchido, coisa e tal. A moça me pediu um documento, passaporte, carteira de motorista, eu entreguei o meu certificado de alien, o "alien registration". Ela sorriu, tirou uma cópia, e me explicou que como o banco já estava fechando, aquele dinheiro só estaria disponível para o locador amanhã de manha. Eu falei, "dai jobo"o que quer dizer "ah! sem problema, tá de boa".Ela se levantou, me deu o recibo, arriscou um inglês e disse "ok", se curvou e voltou para o japonês dizendo "obrigada". E quem estava dizendo obrigado era eu.
Quando saí do banco percebi que meu problema não era com bancos. Era com bancos brasileiros. Entrei com minha mochila, não havia portas giratórias, não havia guardas, não tive de abrir minha mochila ou tirar a minha roupa. Por uma razão que eu não conseguia explicar, aquele banco não me considerava um ladrão até que eu provasse o contrário! Me considerava um cidadão...Quando as portas não giram, se abrem, você se sente gente, cidadão, não um ladrão.
Saí pensando, "feliz do povo que não precisa de portas giratórias" Brasil, Ê vida de gado, povo marcado, povo feliz?

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Laranjas





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Boas. Bem aí estão as fotos do último Matsuri que eu fui, em Kyoto. As ruas estavam lotadas, e eu não sou muito chegado em lugares lotados não. O matsuri também, pra mim, não tem muita graça, tem esses carinhos aí com lampadinhas e uns mané lá em cima tocando um sininhos. Além disso muito Gaijin, muito gringo nas ruas, porque Kyoto é kyoto, aí já viu né. Bom, mas o lado excelente da coisa foi que o meu professor levou a gente pra jantar antes do matsuri em um restaurante de ocomomyaky. Oconomyaky é uma das minhas comidas preferidas aqui, é tipo uma pizza/panqueca com frutos do mar e tudo mais que se quiser, e um molho especial. No Brasil a gente pensa que comida japonesa é só sushi e sashimi, mas a coisa vai muito além disso. Oconomyaky, tacoyaky, tempura, o
famoso yaksoba são bons exemplos disso.
Por falar em comida uma coisa me tem intrigado. Comprei laranjas, porque agora no verão laranjas geladas são uma boa. Eu me lembro que quando eu era muleque a minha mãe, na hora do jornal nacional, pegava uma bacia, enchia de laranja e ficava descascando e chupando, e eu ficava quase sempre no chão, ao lado da bacia, pra pegar também umas laranjas que ela ia descascando. Bem, a bacia era para colocar as laranjas, as cascas, o bagaço e as sementes. Pois é exatamente isso que me tem intrigado aqui no Japão, já chupei umas 16 laranjas e até agora nada de semente... Hum, estranho... Bem, vou indo nessa, esse calor me dá uma preguiça... Beijos,


Respondendo:

Deborah : Puxa pois é meu ibope tá abaixo, ó meu Deus, é o fim do mundo, que farei???

Luciane: É, é uma boa desculpa para ir para a Bahia TODAS as férias...

Larissa: 43? Hum tô começando a achar que são 46...

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Um escândalo japonês






Boas. Algumas notícias do Japão. Agora tem um escândalo bem grande aqui. Na província de Oita um concurso para professores foi fraudado. Alguns candidatos compraram suas vagas por algo em torno de 20.000 dólares. Algumas coisas interessantes aí. Primeiro que no Brasil ninguém ia pagar 20.000 dólares pra ser professor. Professor de escola pública no Brasil precisaria juntar integralmente o salário de alguns anos pra coseguir isso, dependendo da região, talvez o salário da vida toda. A segunda coisa é que aqui também tem escândalo e corrupção. Aliás isso existe em todo lugar. A diferença é que aqui as pessaoas não perderam a vergonha ainda. Quando são pegos, dá pra ver na cara do sujeito que ele tá passando uma vergonha danada. Não raro a vergonha é tanta que o cara se mata. É que quando ele é pego numa dessas ele suja o nome da família toda. Aí o único jeito de limpar o nome da família e se matando. Pra ele não tem jeito, mas ele ainda pode limpar a barra dos familiares.No Brasil o cara assina mas diz que assinatura não é dele, é gravado em vídeo dizendo uma coisa mas diz que não disse. Ninguém tem mais vergonha de nada. Já era. Aqui o cara é humilhado mesmo. No Brasil, só se for pobre. Pobre pode por algema, andar de camburão, ter prisão filmada pelo Datena, ninguém fala nada. Rico não. Cacciola, um fugitivo da polícia, ganhou o direito no STJ de não colocar algemas e de não ter sua chegada filmada... Pra quê né? Afinal ninguém acha que ele vai fugir...
Outra notícia policial aqui no Japão é sobre um jovem que sequestrou um ônibus. No fnal ele foi preso e ninguém morreu. Mas o que chamou a minha atenção foi o fato de ele ter sequestrado o ônibus com um canivete. Fala sério né. No Brasil se o passageiro tirar um canivete pra sequestrar um ônibus o motorista tira um facão e corta a mão dele!
Bem, mas mudando de alhos pra
bugalhos aí em cima eu coloquei uma foto minha em uma paresentação aqui na universidade. No momento da foto esse cara que eu não sei quem é estava me apresentando. Era mais um daqueles momentos culturais que eu odeio. Aí eu ia tocar gaita. Toquei uma música bem velha, chamada tristeza do Jeca. Aí vocês podem ver a minha cara de quem vai aplicar mais um golpe do "vejam que belo exemplo de música popular brasileira..."
Ontem eu fui a Kyoto com meu professor e mais uns três alunos. Amanhã eu conto como foi, foi um matsuri, uma dessas festas tradicionais japonesas. Tem foto. Beijos,

David


Respondendo"

Deborah: Hum, nervosinha você hein. Cão que ladra não morde. Feliz 45 anos.

Luciane: Você e esse interior da Bahia... É verão, é inverno, não importa né, tá sempre aí!!


Lilovsky: Bem, beijos,

terça-feira, 15 de julho de 2008

Sobre idades e carne

Boas. Segunda feira, vindo de Nagoya, eu vi uma cena que emocionou. Pela primeira vez aqui no Japão eu realmente lamentei o fato de não ter minha máquina fotográfica comigo. O trem parou em uma estaçãozinha bem pequena, no meio do nada, e lá estava ela, linda, única, inabalável: a camisa do flamengo. No Brasil é normal ver milhares de camisas do mengão todas as segundas, isso porque o mengão sempre detona nas rodadas do fim de semana ( e nas do meio de semana também).Mas no Japão, em uma pequena estação do interior, confesso que não esperava...
Mas este fim de semana eu pensei muito sobre o tempo. Por várias razões. Pra começar tivemos aniversário duplo na minha família, meu tio e minha irmã. Meu tio, sempre que me escreve, me faz uma pergunta que eu não sei responder, tio, não sei, sabe como é? Minha irmã fez 45 anos no dia da queda da bastilha, e eu pensei que eu também devo tá velho pra já ter uma irmã de 45. Vejam que são 15 anos de diferença, mas mesmo assim... Bem, talvez não, afinal, forçando um pouco a amizade, minha irmã tem idade pra ser minha mãe!
Também tem a questão dos japas. É impossível saber quantos anos um Japa tem. A partir dos 18 até os 40 eles tem a mesma cara, de maneira que você não sabe precisar ao certo se a pessoa em questão tem 18 ou 40 anos. É incrível, mas é verdade. Depois dos 40 fica masi fácil, mas aí também quando chega nos 80 não se pode saber se a pessoa tem 80 ou 180, fica de novo nebuloso.
Eu, de minha parte, sinto que a idade já vem chegando. Apesar de todos aqui jurarem que eu tenho 25,ou menos, os sinais da idade já se podem fazer sentir. Vejam que ontem mesmo eu fui tentar dar mais um show de bola, mas, sem ter feito um pré-aquecimento adequado, no primeiro chute que dei com minha possante perna direita, senti uma fisgada no músculo da perna. Ainda tentei jogar por alguns minutos, foi o bastante para mal conseguir andar depois. Mas como tudo tem um lado positivo, quando fui a farmácia(desculpem, ainda não sei onde fica a crase neste computador) para comprar um gelol qualquer para passar na perna, tive de rapidamente consultar o dicionário para saber como dizer "músculo" em japonês. Aprendi que é kinniku. Comprei o gelol e voltei pensando pra casa. Ora, niku, em japonês, é carne. Kin, é ouro. Músculo então é a carne de ouro. Hum, no Brasil carne de ouro é filet, picanha, essas coisas. Dá pra sentir que japonês não entende nada de carne mesmo...

Respondendo:

Larissa: apelou? hum, não viu nada ainda...

Saulo: Mas que lua de mel longa essa hein... Pode tomar as medidas cabíveis e não cabíveis, eu apelo para o Gilmar Mendes, o defensor de todos nós mieráveis e despossuídos vítimas dos execessos policiais. Ele me arranja um habeas corpus na hora rapa!

Rafael: POis é, Parané ê...

Samara: Iludidos nada, isso é que é chance de realmente aprender sobre a verdadeira cultura brasileira, a arte do improviso...

Sarah : Pois é prima, mas como Romário minha carreira está marcada por várias fisgadas na panturrilha direita....

quinta-feira, 10 de julho de 2008

A vida é a arte do improviso...








Boas. Ai vocês podem ver fotos da vizinhança. Da esquerda para a direita estão Mami san, Ayyumi san e Key san. Todos são vizinhos, Key e Mami moram no bloco do lado e Ayyumi mora no apartamento ao lado do meu, e todos são estudantes da Shiga Daigaku também.Convidei-os para jogar papo fora aqui em casa noite dessas, e aproveitei pra conhecer melhor como são os japoneses na intimidade. Cada vez me convenço mais que esse bicho gente é igual em todo lugar, com alguns detalhes aqui, outros ali, mas não tem jeito, gente é gente, e isso é bacana, é mais um argumento contra preconceitos e coisas do tipo.
Hoje teve uma festinha na faculdade para os estudantes de fora, quer dizer, para os koreanos, tailandeses, chineses, vietnamitas e eu. Eu adoro essas festas porque tem sempre muuuuuita comida. E os comes aqui são ainda melhores do que em Nagoya. Primeiro estacionei na mesa dos sashimis, concentrei-me no salmão, depois por um acidente da vida derrubei molho shoyo na mesa, aproveitei que ninguém estava olhando na hora, larguei o prato, e fui para outra mesa, onde dediquei-me aos sushis. Por um azar desses de festas, depois de ter ingerido meu décimo sushi, sempre alternando o de camarão com o de salmão, derrubei um copo de cerveja na bandeja dos sushis, novamente evacuei a área o mais rápido que pude e fui para a mesa dos pratos quentes, como sou chato e não como qualquer coisa, fiquei focado nos camarões ao molho agridoce. Dessa vez não derrubei nada, mas acho que fui um pouco grosso com um chinesinho que queria conversar comigo, o problema é que eu não estava para conversas, não estava ali de brincadeira, eu tinha uma missão que era comer o máximo possível das coisas mais caras...
Mas no Japão nada é de graça. E o pagamento é, "você tem de apresentar alguma coisa do seu país Dabi San..." Puz, eu já tô cansado de apresentar essas coisas do Brasil. Eu já estou ficando sem idéias. E olha que eu sou um enrolador profissional, um cara de pau assumido, como eu sei que aqui ninguém sabe nada de nada do Brasil eu invento qualquer coisa e digo que tá valendo, que é uma coisa muito tradicional do Brasil, coisa e tal. Outro dia na aula de japonês me pediram para eu ensinar capoeira, e eu claro, Vamos lá, "Paraná ê, Paraná ê, Paraná!"e aí ei tentei imitar aqueles passos de capoeira, e todo mundo na sala me imitando, e eu pensei "putz David, maldade fazer isso com os japas, eles tão achando que isso é sério, que isso é capoeira" só que fazer o quê né? Sabe como é, não tem tu vai tu mesmo...
Dessa vez eu fiz uma apresentação de bossa nova. Quer dizer , eles acham que eu fiz, porque a única música de bossa nova que eu sei tocar decentemente no violão eu não sei a letra toda, e também só sei tocar a primeira parte, então eu fiquei repetindo a primeira parte e cantando "longa é a arte, longa é a vida, de tristes flores na despeidida, longo é o jacaré na ilha.... querida..." A letra não é bem essa, mas eu esqueci, e eles também não sabem o que é um jacaré na ilha, então tá valendo...
É, e assim eu vou levando, afinal de contas, como diria Tom, a vida é a arte do improviso...

Respondendo:

Thatá: Bem, depois da minha apresentação de hoje acho que qualquer um agora pode cantar bossa nova no Japão...

Larissa: Que bom sobrinha! Fico feliz que o telecurso 2000 esteja fazendo efeito.Vou corrigir. Agora identifique os erros de paralelismo no texto acima! Não preciso dizer que foi ato falho né, que altruísmo só pode ser com l porque deriva do latim alter, que significa "outro", assim como alternativa, alteridade, e talvez a única das palavras que você conhece por exigência profissional, alter ego, o outro eu.

Déborah: Hum, abrassos é? Acho que não, tudo bem que as vezes para nós, poliglotas, uma confusão ou outra acontece, troca-se uma letra aqui, outra ali. Mas abrassos... Acho que nem você, uma monoglota que mal conhece a língua de Camões, cometeria um erro tão grosseiro!

rafael: Obrigado! Manda um abração para o seu avô!